Make a move.
- Hell
- Eu tenho o vício de entender as pessoas. Eu só não to conseguindo me entender muito bem.
sábado, 19 de junho de 2010
I'm fucked.
Você se afasta o máximo possivél. Constroi um muro enorme ao redor de si. E uma conversa muda tudo... Tudo voltou. Aquela sensação de bem estar. O coração acelerado, a vontade de falar o dia todo. E porra, não devia ser assim. E eu estou com medo. Um medo desgraçado. As coisas podem se repetir, mas... Pode ser que seja diferente. Eu só não posso ficar sonhando acordada. Mas como não ficar? Aquelas bobagens que ela diz, o laço é tão grande... Tão forte. Tão, lindo. Preciso lembrar de respirar, de pensar, principalmente. As coisas não podem fugir do controle, não de novo.
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Eu fico me perguntando em como eu mudei tanto. Antigamente, a coisa mais importante do mundo pra mim eram meus amigos. Vinham antes de tudo e eu sempre tive vários. Agora, tenho alguns e as vezes me afasto até deles. Eu realmente não tenho paciência pra tanto. Não sei se a palavra certa é paciência, mas eu não tenho mais saco pra aguentar. Eu sinto falta daquela época onde tudo eram flores. Sinto falta da maioria das pessoas que eu deixei pra trás. Sinto falta de mim mesma. Essas mudanças de humor, esses surtos de raiva, essa vontade de querer gritar... Essa não sou eu. E eu me quero de volta.
Quero sorrir, quero viver, apenas. Não quero pensar no que pode acontecer amanhã ou daqui a pouco. Eu sempre gostei das dúvidas, porque logo agora querer a certeza?
Eu quero ser a menina sorridente de antigamente. Quero viver sem preocupações e medo.
Ah... Eu quero deixar de sentir tanto rancor. Quero deixar de sentir ódio. Quero deixar de sentir raiva. Me quero de volta, apenas isso.
Quero sorrir, quero viver, apenas. Não quero pensar no que pode acontecer amanhã ou daqui a pouco. Eu sempre gostei das dúvidas, porque logo agora querer a certeza?
Eu quero ser a menina sorridente de antigamente. Quero viver sem preocupações e medo.
Ah... Eu quero deixar de sentir tanto rancor. Quero deixar de sentir ódio. Quero deixar de sentir raiva. Me quero de volta, apenas isso.
domingo, 13 de junho de 2010
Uma mistura de vários sentimentos nunca pode dar em boa coisa. [...] Tristeza, mas ao mesmo tempo aquela pontinha de felicidade. Aquela coisa que você temia tanto aconteceu, mas porque você não está tão abalada? Porque já sabia que aconteceria ou apenas porque está tão calejada que não sente mais? São tantas opções. Eu pode ser que você tenha finalmente percebido que não vale tão a pena assim. Sentimentos vem e vão a toda hora. As coisas mudam muito rápido. E eu nunca estou preparada pra mudança. Eu não gosto de mudanças. Do que adianta chorar se não vai fazer voltar e apagar? Do que adianta mentir se aconteceu?
Ah, não. Eu não quero ter mais paciência. Eu não quero ter que aceitar o mundo. Eu não acho que o mundo possa melhorar. Eu não sou uma revolucionária. Eu não vou mudar o mundo sozinha. Eu não quero que você seja feliz. Eu não sou tão hipócrita assim.
Ah, eu vou. Eu vou mudar. Vou aprender a gostar de mudanças. Vou aprender a gostar de pessoas que valem a pena. Eu vou começar do zero, novamente. E se eu errar, vou começar tudo de novo.
Eu sempre começo falando de uma coisa e termino com outra. Enfim, até outro dia de inspiração ou de drama. Muito drama!
Ah, não. Eu não quero ter mais paciência. Eu não quero ter que aceitar o mundo. Eu não acho que o mundo possa melhorar. Eu não sou uma revolucionária. Eu não vou mudar o mundo sozinha. Eu não quero que você seja feliz. Eu não sou tão hipócrita assim.
Ah, eu vou. Eu vou mudar. Vou aprender a gostar de mudanças. Vou aprender a gostar de pessoas que valem a pena. Eu vou começar do zero, novamente. E se eu errar, vou começar tudo de novo.
Eu sempre começo falando de uma coisa e termino com outra. Enfim, até outro dia de inspiração ou de drama. Muito drama!
sexta-feira, 11 de junho de 2010
É sempre assim... Você sabe que a morte existe, mas não liga pra isso. É como se você e todo mundo que você ama fosse imune a ela. E então, acontece o pior. Você vê aquela pessoa ir embora, você não teve chances nem de dar tchau. E na maioria das vezes vem o arrependimento. Aquele velho "Porque eu não fiz isso? Porque eu não disse aquilo?", mas do que vai adiantar se culpar agora? As coisas acontecem, elas tem que acontecer. É o ciclo da vida, afinal. Mas eu sempre achei que o ciclo da vida está ao contrário. Deveria ser assim, morrer/ficar velhinho/ser adulto/adolescente/criança/bebê e voltar pra dentro do ventre da mãe. Seria tão mais bonito assim. Não seria uma perda total. Ou seria. Os conceitos mudam. Acho que se a morte vinhesse primeiro, iríamos achar um motivo pra querer que o nascimento vinhesse primeiro. Nunca estamos satisfeitos. Nunca damos valor a nada e a ninguém. E, quando perdemos, vemos o quanto era importante. Tantas coisas poderiam ser ditas, feitas, ouvidas...
Eu realmente queria poder voltar no tempo todas as vezes que errasse. E queria mais ainda ter o dom de saber a hora de cada um. Assim, eu aproveitaria cada segundo. Diria o quanto amava essa pessoa. Abraçaria e beijaria o máximo possível. Faria tudo, tudo só pra ver um sorriso dela.
Enfim, são saudades daquele tempo, onde as coisas eram mais bonitas, ainda existia aquele brilho no olhar.
Queria voltar. Ah, eu quero voltar pro começo de tudo. Eu quero disser que te amo, só mais uma vez. Não queria que me deixasse assim... Eu me sinto tão pequena, tão frágil. Eu só precisava de mais alguns anos, longos anos ao teu lado. Eu só queria ter sido aquela filha, que sempre fazia tudo certinho, que sempre dava orgulho. Eu te amo demais, pai. E dói muito olhar pro lado e saber que você já não está mais aqui comigo. Me desculpa por tudo. Eu sei que o senhor me ama. E esse nó na garganta, esse aperto no peito... Eu ainda vou te reencontrar.
sexta-feira, 4 de junho de 2010
L: Por que já vai?
C: Preciso.
L: Porque?
C: Já deveria ter ido a muito tempo.
L: Mas você falou que queria ficar.
C: Eu quero. Só não devo.
L: Porque não deve?
C: Porque tantas perguntas?
L: Eu nunca vou te entender.
C: Não precisa entender.
L: Preciso.
C: É o melhor pra nós.
L: Como você sabe?
C: Eu não sei ao certo, eu sinto.
L: Se o futuro fosse tão óbvio, qual seria a graça?
C: Eu vou embora.
L: Vai dizer adeus, novamente?
C: Um até logo.
L: Porque você nunca se decide?
C: Eu sou assim... Você me conheceu assim...
L: Você poderia mudar.
C: Eu não posso mudar.
L: Mas você disse que me amava.
C: Eu disse tantas coisas.
L: Tudo da boca pra fora?
C: Nem tudo.
L: Fique.
C: Adeus.
Oi, tchau. Vai, volta. Quer, não quer.
C: Preciso.
L: Porque?
C: Já deveria ter ido a muito tempo.
L: Mas você falou que queria ficar.
C: Eu quero. Só não devo.
L: Porque não deve?
C: Porque tantas perguntas?
L: Eu nunca vou te entender.
C: Não precisa entender.
L: Preciso.
C: É o melhor pra nós.
L: Como você sabe?
C: Eu não sei ao certo, eu sinto.
L: Se o futuro fosse tão óbvio, qual seria a graça?
C: Eu vou embora.
L: Vai dizer adeus, novamente?
C: Um até logo.
L: Porque você nunca se decide?
C: Eu sou assim... Você me conheceu assim...
L: Você poderia mudar.
C: Eu não posso mudar.
L: Mas você disse que me amava.
C: Eu disse tantas coisas.
L: Tudo da boca pra fora?
C: Nem tudo.
L: Fique.
C: Adeus.
Oi, tchau. Vai, volta. Quer, não quer.
terça-feira, 1 de junho de 2010
Isso é suficiente pra você?
Isso está me matando. Não, eu não aguento mais.
Se uma hora você ama, como daqui a cinco minutos quer que a pessoa te esqueça? Será que é tão difícil ver quantas coisas eu deixei para trás apenas pra te ter? Eu acho que não. Só tente abrir os olhos e você vai ver. Eu ainda estou aqui. Depois de tudo que já escutei. De todas aquelas palavras que rasgaram meu peito, depois de todas as lágrimas que já derramei. Eu ainda estou aqui. Por mim, por você e por nós. Só não me faça te odiar. Não me faça querer te esquecer a todo custo.
[...] Eu não queria te esquecer, não queria te perder. Agora é sua vez de escolher.
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